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| Prezado associado, Não sei se acontece com você, mas a leitura do texto sobre o pequeno Eleandro, escrita pelo Rogério Furtado e transcrita abaixo, me emociona... O texto me remete a um período não muito distante da história do Brasil em que a merenda escolar era a única refeição de milhões de alunos das escolas públicas. E você sabe, não é, que criança e fome não são coisas que combinam... Felizmente, hoje casos como o de Eleandro não são tão freqüentes. Os investimentos sociais, o aumento da produção de alimentos no país e a melhoria nas condições de acesso ao alimento reduziram os casos de desnutrição. Entretanto, esses mesmos fatos trouxeram uma outra realidade, igualmente perversa: a obesidade infantil e as doenças derivadas dela, resultado de uma alimentação abundante de pouca qualidade. É como diz o ditado: "Quem, nunca comeu melado quando come se lambuza...".
Assim é... Ao apoiar o projeto Gestão Eficiente da Merenda Escolar, você, associado, faz parte desta história. O trabalho que a Ação Fome Zero realiza só é possível porque existem empresas e empresários que, como você, têm responsabilidade com o desenvolvimento humano e social do país.
Pelo apoio e a confiança depositada, muito obrigada. Como dizemos por aí, quando em atividade nos municípios pobres e ricos do país, "agora todo mundo vai saber quem tem apetite para cuidar das futuras gerações". Muito obrigada. Fatima Menezes
Em certo dia de maio, por volta de 10 h, Eleandro da Rocha, de sete anos de idade, comemorava sua cota diária de satisfação. (fragmento do texto escrito por Rogério Furtado, jornalista que visita as cidades brasileiras e descreve as experiências premiadas no Prêmio Gestor Eficiente da Merenda Escolar)
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